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AMIGOS LEITORES, O MEU LIBRO "UMA ESTRANHA MANEIRA DE CONTAR AS...HISTORIAS DA QUINTA" VAI SER PUBLICADO EM PORTUGAL E NO B RASIL POR A " ATLANTIC BOOKS " !!!

HISTORIAS DA ISABEL ROMEO O GATO DA CAROLINA


          

                                                                                 

TA-MIU L'EGIZIANO

ROMEO  o gato da Carolina

Como vêem, é este o meu nome, embora não tenha nada a ver com um certo Shakespeare que escreveu sobre dois amantes — Romeu, dos Montecchio, e Julieta, dos Capuleto, uma história triste, na qual ambos morreram por causa das suas famílias — uma tragédia que ainda me traz lágrimas aos olhos. Mas não teria sido melhor se estes todos tivessem apenas cuidado da suas vidas? Ah, sim: "os familiares às vezes são como víboras".
Quanto à forma como passei a fazer parte das pequenas histórias que 
 a Isabel escreve, aconteceu assim: a minha querida dona, a Carolina,  conhecia a Isabel e pediu-lhe se eu também poderia ser incluído nelas e assim então, aqui estou eu, a contar a minha própria.
Nasci na ilha da Sardenha presisamente em Cagliari mês de Maio.e atè há uma canção napoletana muito gira ("Era di maggio e ti cadevano in seno,A ciocche, a ciocche, le ciliegie rosse. Fresca era l'aria e tutto il giardino
  Odorava di rose da cento passi.) Era Maio, e cerejas vermelhas caíam-te
  no colo )etc...etc .Perdoem-me, entusiasmei-me e acabei por cair no 
  dialecto napoletano eu que sou sardo, mas como eu gosto della pus aqui na minha historia se a querem ouvir aqui vai o link  
Tinha seis meses de idade e vivia com um veterinário na sua clínica,
 mas um dia alguém reparou no quão giro eu era e espalhou a notícia
 tão bem que as pessoas disputavam a hipótese de me adotar. 
  E assim foi, aqui estou eu agora, num lar adorável com as minhas
  jovens donas — sim, descobri que tenho duas; a outra é um menina
 encantadora chamada Marietta.
Fiquei radiante quando mi vieram buscar, pois já estava cansado daquela clínica de ver constantemente cães e gatos a sofrer, mas tambem aqueles que não eram doentes mas vinham ali apenas para um check-up.
Mas agora vamos com as apresentacoes, e è necessario mesmo che eu 
fale dos meus antepassados; Pertenço à família *Felis catus*.
      As minhas origens remontam ao início dos tempos, e cheguei a ser adorado como um deus no Antigo Egito tanto que os egípcios, por vezes,  retratavam as suas divindades com as nossas cabeças. 
 Como podem ver, não tenho nada a invejar às personagens importantes dos livros “Historias da quinta “ publicados pela Isabel; aquelas criaturas descritas são parentes dos atores e das atrizes mas, afinal, o que são elaS comparadas com uma divindade como eu? Nada!
Enfim, vamos prosseguir com a história. Deixem-me descrever-me:
 tenho pelagem cinzenta, um par de olhos grandes e bonitos e um conjunto  de bigodes verdadeiramente impressionante. Quando aqui cheguei  só para fazer as apresentações , aproximei-me da Marietta a filha  da minha patroa para tentar fazer amizade, e atè lhe queria fazer uma festa  ma ela afastou-me com a mãozinha, não quis, è claro que preferia ficar no seu cantinho. Como também gosto do meu espaço, resolvemos muito bem a situação.
Já não moro na Sardenha; mudámo-nos para Arezzo uma cidadezinha muito bonita em Toscana eis como a minha dona conhece a Isabel.
Ora, como sou curioso, decidi ler as histórias dela sobre os animais da quinta  onde ela vivia. Bem... é uma mulher verdadeiramente terrível. 
Para além de cães, gatos, tartarugas e outras criaturas que não são comestíveis  (pelo menos espero que não), ela mata galos, galinhas, coelhos, pombos e por aí fora.
  Ah... e quase me esquecia: ela até matou um cabrito chamado Musetto...
 Conseguem imaginar o tipo de pessoa de quem a minha dona se tornou amiga? 
  É melhor nem pensar nisso; até mi sinto mal com dor de coraçao , e ter de ser levado à Urgência Veterinária.jà que sofro de diabetes o que  è mais do que suficiente para eu lidar.
Agora vamos falar um pouco sobre esta casa onde vivo agora
 É muito espaçosa e tem alguns quadros pintados pela minha dona, porque  ela é uma pintora altamente aclamada e apreciada.
 A sua amiga, a Isabel, também adora pintar, mas não lhe chega aos pés, embora a pobrezinha esteja a fazer de tudo para melhorar.. Tem um blogue online.  Se quiser mesmo espreitar, tem de clicar em 
  Encontrarão um pouco de tudo, e este também tem links para outros blogs  que ela tem . Felizmente, ela não publicou as suas histórias, 
senão quem iria ver o que uma assassina de galinheiros como ela publica?
 Pesquisei um pouco e sei que ela vive em casa com um cãozinho
 chamado Pixel e uma gata chamada Pequenina , mas eles estão bem 
 descansados porque como já disse, ela não come cães nem gatos( felizmente, não tem qualquer parentesco com os chineses). 
Ah, ela é portuguesa e come caracóis (que nojo!).
Voltando a mim. A minha vida é muito tranquila, sou bem cuidado
 e vivo em paz. Nunca me casei porque, sejamos sinceros
 ter um gata como compahneira hoje em dia e sustentarla custa 
    e não sò isso  as visitas pro veterinário, e também os 
medicamentos
não são pra brincadeira por isso è melhor estar só que
mal
acompagnado para mim e è mais que suficiente

e os meus donos adoram-me
 
Por agora, vou terminar esta minha história, que penso que já
 suficientemente longa. Se houver alguma novidade, conto-vos.
Com amor, o seu,
                         Romeo sem Julieta


(Os nomes das minhas patroas foram alterados por motivos de privacidade.

A foto ilustrativa é de um antepassado meu.)

Ah...estava-me a esquecer che a Carolina a minha patroa.. 
“tinha na saia un lagarto pintado....

esperamos que a saia se rasgue e o
lagarto sai cà pra fora
( devindade ou menos sou sempre un gato)




























 









 

  
   O GATO DA

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